domingo, 11 de março de 2012

Inconciêntimente humano


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Estamos vivendo tempos confusos, pais cuidam de filhos, mas não sabem quem são, filhos observam os pais, querendo ser eles.
As pessoas tentam mostrar que são melhores do que outras, por que se encontram num lugar onde não estão.
O mundo gira, mas ninguém percebe, o mundo muda, mas todo mundo continua mudo, seguindo os mesmos padrões sem iluminar, sem mudar, sem disparar se quer uma voz. Todos mudam, todos fingem mudar, você fica parado, se sentindo sozinho, sem saber pra onde ir, tanta gente vindo, tanta gente indo, você acaba se auto bloqueando, bloqueando sua memória, e seus sentimentos, e tudo o que lhe é humano, e acaba se tornando uma modinha legitima.
Sem ler um livro, sem ler um verso, sem escutar música, sem pensar no que é bom. Imcompreensivelmente humano, estranhamente humano, mas próximo de ser um animal irracional seguindo as regras de todos, malhando para o verão, e limpo para os olhos de outros, fazendo dos olhos, apenas mais uma chaminé para ideias inúteis.
Surgimos do nada, mas não voltaremos para o nada, voltaremos para onde queremos voltar, para onde nos sentimos felizes, sinto falta de quem me faz feliz, sinto falta dos meus amigos, e das pessoas que me acalmam, sinto uma nostalgia, quando lembro o que faziamos para fugir disso tudo, o que faziamos para nos livrar de tudo isso, o tudo agora, é simplesmente nada, vago, sombrio. E agora, sinto sua falta mais que nunca.

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